O presente documento tem como objetivo apresentar novas possibilidades e soluções por meio do projeto de intervenção proposto. A empresa está localizada na avenida sete de setembro, n° 1883, centro, na cidade de Manoel Ribas – Paraná.
Ao acadêmico do curso de administração da UCP – Faculdades do centro do Paraná, Otávio Henrique Vandresen da Costa, com a orientação da Professora Tayrine Binde Orben, apresentam o projeto de intervenção, controle de estoques, baseado no diagnóstico realizado no último semestre de 2025.
A gestão de estoque é um dos fatores mais importantes para o bom desempenho de uma empresa, principalmente no setor agropecuário, onde há grande variedade de produtos e alta rotatividade de mercadorias.
Segundo Dias (1995), o estoque é necessário para que o processo de produção e vendas opere com maior segurança, evitando faltas ou excessos de produtos. Além disso, o controle adequado permite reduzir custos e melhorar o desempenho da empresa.
Durante o diagnóstico realizado na agropecuária Agrovet, foi possível identificar a ausência de um controle eficiente de estoque, sendo que muitos produtos não possuem registro adequado de entrada e saída. Além disso, observou-se dificuldade na localização de itens, falta de organização e risco de perdas por vencimento ou excesso de produtos.
De acordo com Chiavenato (2005), a administração de materiais é essencial para evitar desperdícios e garantir que os recursos da empresa sejam utilizados de forma eficiente.
Diante disso, o presente projeto se justifica pela necessidade de implantar melhorias no sistema de controle de estoque, proporcionando maior organização, redução de perdas, melhor aproveitamento dos produtos e apoio na tomada de decisões da empresa.
Figura 1 – Interior da parte estoque farmácia veterinária
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
Implantar melhorias no controle de estoque da Agrovet, visando maior organização, controle e eficiência na gestão dos produtos.
- Identificar as principais falhas no controle de estoque atual;
- Realizar o levantamento e organização dos produtos existentes;
- Propor a utilização de ferramentas para controle (planilhas ou sistema);
- Melhorar o controle de entrada e saída de mercadorias;
- Reduzir perdas por vencimento ou extravio de produtos;
- Facilitar a localização e reposição dos itens em estoque;
- Contribuir para a melhoria da gestão e aumento da lucratividade.
Figura 2 – Sistema de controle de estoque utilizado pela empresa atualmente
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
Figura 3 – Sistema de controle de estoque utilizado pela empresa atualmente
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
Segundo Corrêa (2009), a EAP é utilizada para desmembrar as fases de um projeto, buscando facilitar a execução do projeto, geralmente se utiliza em um modelo de fluxograma e a sua finalidade é colocar em evidência os reais itens necessários para a realização do projeto, se tornando assim um elemento base para a elaboração do mesmo.
Figura 3 – Sistema de controle de estoque utilizado pela empresa atualmente
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
A Figura 3 apresenta a Estrutura Analítica do Projeto (EAP) aplicada ao controle de estoque da Agrovet, evidenciando as principais etapas necessárias para a sua implementação. Inicialmente, o planejamento busca identificar a situação atual do estoque e possíveis falhas. Em seguida, a organização do estoque propõe a separação adequada dos produtos e sua disposição em prateleiras.
O sistema de controle envolve a criação de ferramentas para registro de entradas e saídas, enquanto a etapa de ação e controle garante a aplicação prática do sistema, com treinamentos e conferências periódicas para evitar erros e manter a eficiência do processo.
A etapa de planejamento constitui o ponto de partida para a execução do projeto. Nesse momento será realizada uma análise detalhada da situação atual do estoque da Agrovet, identificando falhas nos processos de armazenamento, controle, registro e movimentação dos produtos. Além disso, serão definidos os procedimentos necessários para a implementação das melhorias, estabelecendo prioridades, responsabilidades e prazos para cada atividade prevista.
Inicialmente será realizado um levantamento completo das condições atuais do estoque. Essa atividade permitirá identificar dificuldades relacionadas à organização dos produtos, falhas nos registros de entrada e saída, produtos com baixo giro, mercadorias vencidas e possíveis divergências entre a quantidade física armazenada e os controles existentes.
Após o diagnóstico, será efetuado o inventário dos produtos existentes. Os itens serão classificados de acordo com sua categoria, finalidade, frequência de utilização e prazo de validade. Esse processo possibilitará uma visão mais ampla da composição do estoque e auxiliará na definição de estratégias para armazenamento e reposição.
Nesta etapa serão avaliadas as alternativas mais adequadas para o controle das movimentações do estoque. Poderão ser utilizadas planilhas eletrônicas ou sistemas informatizados compatíveis com a realidade da empresa, buscando simplificar os registros e garantir maior confiabilidade das informações.
Após a fase de planejamento, será iniciada a reorganização física do estoque. O objetivo consiste em melhorar a disposição dos produtos, facilitar sua localização e reduzir o tempo necessário para realização das atividades de conferência, reposição e atendimento aos clientes.
Os materiais serão agrupados conforme categorias específicas, considerando características semelhantes, utilização, validade e frequência de comercialização. Essa separação permitirá maior controle e melhor aproveitamento do espaço disponível.
Todos os locais de armazenamento serão devidamente identificados por meio de etiquetas, códigos ou sinalizações visuais. A padronização facilitará a localização dos itens e reduzirá erros durante a movimentação das mercadorias.
Os produtos serão distribuídos estrategicamente nas prateleiras e espaços disponíveis. Os itens de maior procura serão posicionados em locais de fácil acesso, enquanto mercadorias menos movimentadas serão armazenadas em áreas secundárias, favorecendo a eficiência operacional.
Esta etapa tem como finalidade estruturar mecanismos que permitam acompanhar continuamente a movimentação dos produtos, assegurando maior precisão das informações relacionadas ao estoque.
Todos os itens existentes serão cadastrados na ferramenta de controle escolhida. Serão registrados dados como descrição do produto, quantidade disponível, localização, fornecedor e demais informações relevantes para a gestão do estoque.
A movimentação de mercadorias passará a ser registrada de forma sistemática. Cada entrada proveniente de fornecedores e cada saída decorrente de vendas ou utilização interna será devidamente documentada, garantindo atualização constante das informações.
Será implantado um acompanhamento periódico dos produtos com prazo de validade determinado. Paralelamente, serão monitorados os níveis mínimos de estoque para evitar faltas ou excessos de mercadorias.
A última etapa corresponde à efetiva implementação das melhorias e ao monitoramento dos resultados obtidos. O objetivo é assegurar que os novos procedimentos sejam incorporados à rotina da empresa.
Os funcionários receberão orientações sobre os novos métodos de organização e controle implantados. O treinamento buscará garantir a correta utilização das ferramentas adotadas e a padronização das atividades relacionadas ao estoque.
Serão realizadas verificações periódicas para avaliar a eficiência do sistema implantado. As conferências permitirão identificar inconsistências, corrigir falhas e manter a confiabilidade dos registros.
Ao final da implantação, será realizada uma análise dos resultados alcançados, observando aspectos como organização do estoque, redução de perdas, facilidade de localização dos produtos e melhoria na gestão das mercadorias. A partir dessa avaliação poderão ser propostas novas ações de aperfeiçoamento para garantir a continuidade das melhorias implementadas.
O cronograma é uma ferramenta essencial para o acompanhamento e controle das etapas do projeto, permitindo organizar as atividades e garantir que os objetivos sejam alcançados dentro do prazo estabelecido.
Conforme Mattos (2006), o cronograma auxilia no monitoramento do progresso e na tomada de decisões ao longo da execução do projeto. No projeto de intervenção, voltado ao controle de estoque da Agrovet, foi elaborado o seguinte cronograma:
Quadro 1 – Cronograma de Execução do Projeto
| Atividades | Semana 1 | Semana 2 | Semana 3 | Semana 4 | Semana 5 | Semana 6 |
| Apresentação do projeto para a gestão da Agrovet | X | |||||
| Diagnóstico da situação atual do estoque | X | X | ||||
| Levantamento e classificação dos produtos | X | X | ||||
| Definição das ferramentas de controle | X | X | ||||
| Separação e organização física dos produtos | X | X | ||||
| Identificação e sinalização das prateleiras | X | X | ||||
| Cadastro dos produtos no sistema ou planilha | X | X | ||||
| Implantação do controle de entradas e saídas | X | X | ||||
| Treinamento dos colaboradores | X | |||||
| Conferência e ajustes dos registros | X | X | ||||
| Avaliação dos resultados obtidos | X | |||||
| Apresentação dos resultados à gestão | X |
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
A identificação das partes interessadas permite compreender os diferentes níveis de participação e influência existentes ao longo da execução do projeto. Cada envolvido desempenha um papel relevante para o alcance dos objetivos propostos, seja por meio da tomada de decisões, da execução das atividades operacionais ou do suporte técnico e acadêmico.
Desta maneira, o alinhamento entre os participantes contribui para a implementação mais eficiente das melhorias previstas, fortalecendo o comprometimento coletivo e aumentando as possibilidades de sucesso do projeto de controle de estoque da Agrovet.
As partes interessadas, segundo o Guia PMBOK (2008), são todos os indivíduos ou organizações que podem influenciar ou serem influenciados pelo projeto. No contexto deste projeto de intervenção na Agrovet, destacam-se os seguintes envolvidos:
Quadro 2 – Partes Interessadas do Projeto
| Organização | Participante | Função no Projeto |
| Agrovet | Proprietário da Empresa | Patrocinador do projeto e responsável pela aprovação das ações propostas. |
| Agrovet | Funcionários do Estoque | Responsáveis pela organização, conferência e manutenção dos controles implantados. |
| Agrovet | Atendentes/Vendedores | Colaboram com o registro de entradas e saídas dos produtos e com a atualização das informações do estoque. |
| Agrovet | Setor Administrativo | Apoio ao acompanhamento dos registros, compras e reposição de mercadorias. |
| Fornecedores | Empresas Fornecedoras | Responsáveis pelo abastecimento dos produtos comercializados pela empresa. |
| Clientes | Consumidores da Agrovet | Beneficiários indiretos do projeto por meio da melhoria da disponibilidade dos produtos e da qualidade do atendimento. |
| UCP – Faculdades do Centro do Paraná | Otávio Henrique Vandresen da Costa | Responsável pela elaboração e desenvolvimento do projeto de intervenção. |
| UCP – Faculdades do Centro do Paraná | Professora Tayrine Binde Orben | Orientadora responsável pelo acompanhamento e direcionamento do projeto. |
As restrições representam os limites que devem ser observados durante a execução do projeto, estabelecendo condições que podem influenciar diretamente seu desenvolvimento e seus resultados. Conforme Pires (2006), as restrições constituem fatores que condicionam a realização das atividades, exigindo planejamento adequado para que não comprometam os objetivos propostos.
No contexto da Agrovet, as restrições estão relacionadas principalmente à disponibilidade de recursos financeiros, ao tempo disponível para implantação das melhorias e à necessidade de manter as atividades comerciais em funcionamento durante todo o processo de reorganização do estoque.
Quadro 1 – Restrições do Projeto
| Categoria | Restrição | Descrição |
| Financeira | Limitação orçamentária | As melhorias propostas deverão ser executadas dentro da capacidade financeira da Agrovet, evitando investimentos elevados que possam comprometer o capital de giro da empresa. |
| Temporal | Prazo de execução | A implantação das ações deverá ocorrer dentro do cronograma estabelecido, minimizando impactos sobre as atividades rotineiras da organização. |
| Operacional | Continuidade das atividades | O processo de reorganização do estoque não poderá interromper o atendimento aos clientes nem comprometer as operações diárias da empresa. |
| Recursos Humanos | Disponibilidade da equipe | O projeto dependerá da participação dos colaboradores já existentes, não estando prevista a contratação de pessoal específico para sua execução. |
| Estrutural | Espaço físico disponível | As melhorias deverão ser realizadas utilizando a estrutura física atual da empresa, sem ampliações ou reformas significativas. |
| Tecnológica | Ferramentas de controle | A implantação do controle de estoque deverá utilizar recursos tecnológicos de fácil acesso e compatíveis com a realidade operacional da Agrovet. |
| Escopo | Limites do projeto | O projeto contempla exclusivamente a organização física do estoque e a melhoria dos procedimentos de controle de entrada, saída e armazenamento de produtos. |
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
A análise das restrições apresentadas no Quadro 1 evidencia que a execução do projeto depende do equilíbrio entre recursos disponíveis, prazo de implantação e capacidade operacional da Agrovet. Embora existam limitações relacionadas ao orçamento, à estrutura física e à disponibilidade da equipe, tais fatores não inviabilizam a proposta, desde que as atividades sejam conduzidas de forma planejada e gradual.
Nesse contexto, o reconhecimento prévio dessas restrições permite antecipar dificuldades, direcionar esforços de maneira mais eficiente e aumentar as possibilidades de sucesso na implementação das melhorias previstas para o controle de estoque, contribuindo para uma gestão mais organizada, segura e alinhada às necessidades da empresa.
As premissas correspondem às condições consideradas verdadeiras para fins de planejamento do projeto. Segundo o Guia PMBOK (2008), são hipóteses assumidas como válidas durante a elaboração e execução das atividades, servindo como base para a tomada de decisões e para o desenvolvimento das ações previstas.
Para a Agrovet, considera-se que a direção da empresa estará comprometida com a implantação das melhorias propostas e que os colaboradores participarão das atividades necessárias para a reorganização e manutenção dos novos procedimentos de controle.
Quadro 2 – Premissas do Projeto
| Categoria | Premissa | Descrição |
| Gestão | Apoio da direção da empresa | Assume-se que a administração da Agrovet apoiará todas as etapas do projeto, disponibilizando informações e autorizando as ações necessárias para sua execução. |
| Colaboradores | Participação da equipe | Considera-se que os funcionários colaborarão com o levantamento, identificação, organização e conferência dos produtos armazenados. |
| Informações | Disponibilidade dos dados | Pressupõe-se que os registros existentes e as informações sobre os produtos estarão acessíveis durante o processo de diagnóstico e reorganização do estoque. |
| Controle Operacional | Utilização das ferramentas propostas | Considera-se que as planilhas, formulários ou sistemas adotados serão utilizados de forma contínua após a implantação do projeto. |
| Organização | Manutenção dos procedimentos | Assume-se que os processos de conferência, registro de entrada e saída e monitoramento dos produtos serão mantidos regularmente pelos responsáveis. |
| Estrutura Física | Espaço adequado para reorganização | Presume-se que o espaço atualmente disponível no estoque seja suficiente para a redistribuição e identificação adequada dos produtos. |
| Treinamento | Adaptação aos novos procedimentos | Considera-se que os colaboradores compreenderão e aplicarão corretamente as orientações relacionadas ao novo método de controle de estoque. |
| Resultados | Comprometimento com a melhoria contínua | Pressupõe-se que a empresa manterá o acompanhamento periódico dos resultados obtidos, promovendo ajustes sempre que necessário para garantir a eficiência do controle implantado. |
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
O conjunto de premissas apresentado no Quadro 2 representa as condições consideradas essenciais para o desenvolvimento e a efetividade do projeto de melhoria do controle de estoque da Agrovet. Tais pressupostos fornecem a base para o planejamento das atividades e orientam as expectativas quanto aos recursos, à participação dos colaboradores e ao suporte da gestão durante a implementação das ações propostas.
Portanto, espera-se que o comprometimento dos envolvidos, aliado à utilização contínua das ferramentas de controle e à manutenção dos procedimentos estabelecidos, contribua para a consolidação de um sistema de gestão de estoque mais organizado, confiável e eficiente.
Além disso, a confirmação dessas premissas ao longo da execução do projeto tende a favorecer o alcance dos resultados esperados, fortalecendo a capacidade da empresa de controlar seus produtos, reduzir perdas e aprimorar seus processos internos.
Todo projeto está sujeito à ocorrência de eventos capazes de influenciar negativamente seus resultados. Para Cleland e Ireland (2002), o risco corresponde à possibilidade de acontecimentos que possam afetar o desempenho, os prazos ou os objetivos estabelecidos.
No projeto de controle de estoque da Agrovet, alguns fatores podem dificultar ou retardar a implantação das melhorias propostas. A identificação prévia desses elementos possibilita o desenvolvimento de estratégias preventivas e corretivas, reduzindo seus impactos sobre os resultados esperados.
Quadro 3 – Riscos do Projeto
| Categoria | Risco | Possível Impacto |
| Recursos Humanos | Resistência dos colaboradores às mudanças | Dificuldade na adoção dos novos procedimentos de controle e organização do estoque. |
| Operacional | Erros no levantamento e contagem dos produtos | Inconsistências nos registros, comprometendo a confiabilidade das informações do estoque. |
| Controle de Dados | Falhas no preenchimento das planilhas ou registros | Perda de informações importantes sobre entradas, saídas e saldos de mercadorias. |
| Tempo | Atrasos na execução das atividades previstas | Prorrogação do cronograma e demora na obtenção dos resultados esperados. |
| Organizacional | Falta de continuidade após a implantação | Retorno aos procedimentos anteriores e perda dos benefícios alcançados pelo projeto. |
| Estoque | Identificação de produtos vencidos ou danificados | Geração de perdas financeiras e necessidade de descarte de mercadorias. |
| Atendimento | Interferência temporária na rotina operacional | Redução momentânea da agilidade no atendimento aos clientes durante a reorganização do estoque. |
| Gestão | Ausência de monitoramento periódico | Dificuldade para corrigir falhas e manter a eficiência do sistema implantado. |
| Financeiro | Necessidade de investimentos não previstos | Aumento dos custos inicialmente planejados para execução do projeto. |
| Tecnológico | Dificuldade na utilização das ferramentas de controle | Baixa adesão aos novos métodos de registro e acompanhamento dos produtos. |
Fonte: Elaborado pelo autor (2026)
A identificação dos riscos apresentada no Quadro 3 demonstra que a implantação de melhorias no controle de estoque envolve fatores que podem influenciar o desempenho e os resultados do projeto. Embora tais eventos não sejam certos de ocorrer, sua possibilidade exige acompanhamento contínuo e ações preventivas capazes de minimizar impactos sobre as atividades da Agrovet.
Neste sentido, o monitoramento sistemático dos processos, a participação ativa dos colaboradores e o comprometimento da gestão tornam-se elementos fundamentais para reduzir vulnerabilidades e garantir maior segurança durante a execução das ações propostas.
Assim, ao reconhecer previamente os potenciais obstáculos, a empresa amplia sua capacidade de resposta diante de situações inesperadas, fortalecendo as condições necessárias para o sucesso do projeto e para a consolidação de um sistema de controle de estoque mais eficiente, confiável e sustentável ao longo do tempo.
Diante das fragilidades identificadas durante o diagnóstico organizacional, espera-se que a implantação das ações propostas promova melhorias significativas nos processos internos da Agrovet. A ausência de um sistema estruturado de controle tem contribuído para dificuldades de localização dos produtos, inconsistências nos registros e riscos de perdas decorrentes de vencimentos ou armazenagem inadequada.
Com a reorganização física do estoque e a adoção de procedimentos padronizados de controle, a empresa passará a possuir informações mais precisas sobre seus produtos, facilitando o acompanhamento das entradas e saídas de mercadorias. Esse processo permitirá maior confiabilidade dos dados utilizados na gestão e contribuirá para decisões mais seguras relacionadas às compras e reposições.
Outro resultado esperado refere-se à redução de desperdícios e perdas financeiras. A identificação adequada dos produtos, associada ao monitoramento das datas de validade e dos níveis de estoque, permitirá melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, reduzindo custos desnecessários e aumentando a eficiência operacional.
Espera-se ainda uma melhoria significativa na agilidade do atendimento aos clientes. Com os itens organizados e devidamente identificados, os colaboradores poderão localizar os produtos com maior rapidez, tornando o processo de venda mais eficiente e contribuindo para a satisfação dos consumidores.
Além disso, a implantação das melhorias deverá proporcionar maior controle gerencial, permitindo ao proprietário acompanhar com mais precisão a movimentação das mercadorias, identificar produtos com maior ou menor giro e planejar estratégias comerciais de maneira mais assertiva.
De forma geral, o projeto busca transformar o estoque em uma ferramenta estratégica para a empresa, deixando de ser apenas um local de armazenagem para tornar-se um setor capaz de fornecer informações relevantes para a gestão, contribuindo para a organização, competitividade e sustentabilidade da Agrovet no mercado.






